quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A gente é o que a gente cria

Raízes.... Insisto em renegá-las. Não sou o que você é, não sou o que você sempre foi. Estúpida coincidência, estúpida semelhança. Me faz, me fez, me julgaste até o fim.

Eu sou o que eu crio.

Eu sou aquilo que me apetece, sou aquilo que toco, sou aquilo que usufruo.

Ainda sonharás com aquele mundo, onde aquelas pessoas se inventam, se renovam e se despem em suas almas, límpidas, transparentes como um rio que corre para um fim. Um rio que corre para aquele fim.

sábado, 21 de junho de 2008

"Sex in the city" ou "Shit in the Movie"

Uma merda, pra não dizer outra coisa. Maldita hora que sugeri esta imbecilidade na forma de película...

Uma Malhação com problemas existenciais de uma adolescente sendo interpretado por mulheres de 40. Quanta falta de imaginação. Quando um seriado vira filme, geralmente a qualidade não chega a ser a mesma, mas uma coisa horrorosa como esta deveria ser vetada já no roteiro.

Fútil, catálogo de grifes famosas e falta de enredo. Problemáticas como, o que vou usar, falta de sexo e muito, mas muito preconceito.

O diretor deste filme deveria ser preso, por evidenciar tamanha descriminalização e incitação ao materialismo, fora a cafonice das roupas e a ostentação em todos os sentidos.

O saldo positivo, se é que pode-se dizer isso, depois de assistir um filme desses, é que fico feliz em viver humildemente, e me preocupar com a humanidade e o que posso fazer para melhorar o ambiente em que vivo, do que acordar e me preocupar em como e quando poderei comprar uma bolsa louis vuitton. Fico realmente envergonhada em saber que existem pessoas como aquelas do filme enquanto existem tantas outras morrendo de fome.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Desamor

Meu caminho, difícil de traçar. Os espinhos, a vida me fez abraçar. Quero em vão, surpresas que jamais me atenderão.

Sufoco de expectativas, enforco com a ilusão.

Chego um dia no caminho, lado a lado com meu destino.

Aguça-me de esperanças. Invejo a bonança com a falta de arrogância.

Porém sei que há de apodrecer-te o doce viril desejo de conhecer-te.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Que país é esse???


Poxa, que frase mais manjada para começar a falar do Brasil. Mas essa pequena frase com apenas quatro palavras traduz exatamente a aflição e o medo que milhares de pessoas passam nessa “República da Banana”.

Policiais corruptos, bandidos mocinhos que "ajudam" a comunidade, a política que acaba em pizza, pais assassinando filhos e vice-versa e um salário ó.... A maioria do povo brasileiro tem que ser muito é do esperto pra se virar com apenas R$ 415 por mês, e olha que tem gente que não chega nem a um salário mínimo, se vira mesmo é com algumas moedinhas e a caridade de algum ser bondoso que um dia acorda e pensa : Hoje estou de bom humor, vou ajudar os necessitados. Não tirando o mérito de diversas ONGs e voluntários que realmente se preocupam em ajudar, e não deitar em seus belos travesseiros, pena de ganso, com seus cabelos tratados por uma bagatela de R$ 800 reais, e num dia de inspiração, que acontece uma vez por ano, quando a bonança está farta ou num leve ataque de consciência resolve fazer caridade.

É minha gente, viver nesse mundo de meu Deus não é fácil não. Ano de votação, e eis a dúvida: votar no menos pior ou no que rouba mas faz.... Dúvidas de um povo que pela histórica colonização não teve a oportunidade, ou melhor, que teve a sua oportunidade cassada desde que se entende por gente.

- Educação? Não precisa, o povo se vira com o famoso jeitinho brasileiro, pra que facilitar a vida dessa gente, e o prazer de colocar algumas verdinhas na cueca?, deixa essa gente pra lá, vamos nos divertir, um dia eles vão esquecer de tudo mesmo. Distribui umas cestas básicas e algumas dentaduras que já garante uns votos, moleza!!!!

E é assim que vamos caminhando contra o vento, com a verborrologia dessa polimerdia, pois num surto psicótico do povão, que não está longe de acontecer, Um dia se chega lá sim... O gandre mistério é onde se chegará, mas aí já é outra história...

sexta-feira, 9 de maio de 2008