quarta-feira, 24 de setembro de 2008

“O isolamento só existe no isolamento. Uma vez divulgado, ele se evapora.”

Quando nos enclausuramos em nossos próprios pensamentos e deixamos de expressar os sentimentos, nos sentimos isolados, acuados e muitas vezes assustados. A vida, as pessoas, os problemas e principalmente os acontecimentos se tornam fardos difíceis de carregar.

Porém quando conseguimos colocá-los para fora, o alívio é imediato. É possível a percepção de tudo, e que se agirmos de maneira correta, influenciamos de forma positiva no mundo. Na maneira de pensar do próximo, nas suas ações positivas e suas conseqüências.

Essa luta incessante por riqueza e luxúria se tornam inúteis, falsas, quando descobrimos a paz interna e a tranqüilidade de viver apenas para um sentido: aproveitar ao máximo a própria existência no universo.

A solidão às vezes é necessária para percebermos o significado dessa existência, mas o envolvimento com o mundo e com as pessoas possibilita entendermos os por quês que nos questionamos a todo instante!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mais uma primavera...

Somos todos feitos de carne e osso, destrutíveis ao extremo, por isso nos deram a consciência e a razão, para que os ossos não se quebrem e a carne não se destrua.

Mas também nos deram a emoção, e quando ela age, não está de total acordo com a razão, e coisas ruins acontecem, atitudes se desmerecem e as conseqüências sempre são maléficas.

Porém somos seres humanos, e possuímos o poder do perdão, o poder da escolha. E quando essa escolha não fere, saímos mais fortes e conscientes de que estamos todos no mesmo barco, torcendo e fazendo com que ele jamais afunde....

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A gente é o que a gente cria

Raízes.... Insisto em renegá-las. Não sou o que você é, não sou o que você sempre foi. Estúpida coincidência, estúpida semelhança. Me faz, me fez, me julgaste até o fim.

Eu sou o que eu crio.

Eu sou aquilo que me apetece, sou aquilo que toco, sou aquilo que usufruo.

Ainda sonharás com aquele mundo, onde aquelas pessoas se inventam, se renovam e se despem em suas almas, límpidas, transparentes como um rio que corre para um fim. Um rio que corre para aquele fim.

sábado, 21 de junho de 2008

"Sex in the city" ou "Shit in the Movie"

Uma merda, pra não dizer outra coisa. Maldita hora que sugeri esta imbecilidade na forma de película...

Uma Malhação com problemas existenciais de uma adolescente sendo interpretado por mulheres de 40. Quanta falta de imaginação. Quando um seriado vira filme, geralmente a qualidade não chega a ser a mesma, mas uma coisa horrorosa como esta deveria ser vetada já no roteiro.

Fútil, catálogo de grifes famosas e falta de enredo. Problemáticas como, o que vou usar, falta de sexo e muito, mas muito preconceito.

O diretor deste filme deveria ser preso, por evidenciar tamanha descriminalização e incitação ao materialismo, fora a cafonice das roupas e a ostentação em todos os sentidos.

O saldo positivo, se é que pode-se dizer isso, depois de assistir um filme desses, é que fico feliz em viver humildemente, e me preocupar com a humanidade e o que posso fazer para melhorar o ambiente em que vivo, do que acordar e me preocupar em como e quando poderei comprar uma bolsa louis vuitton. Fico realmente envergonhada em saber que existem pessoas como aquelas do filme enquanto existem tantas outras morrendo de fome.